Candidato a Deputado Federal pelo RS Fala Sobre Liberdade para os Brasileiros
Meu nome é Fabio Ostermann e sou candidato a deputado federal pelo RS em 2026 pelo Partido Novo.
Hoje gostaria de compartilhar uma questão que me intriga, que é uma ilusão crônica da qual o Brasil sofre: a crença de que a caneta do governante e a expansão da máquina estatal podem criar prosperidade por decreto. Não criam.
Ao longo da minha trajetória como deputado estadual, ativista e professor, sempre defendi que a única base sólida para uma sociedade justa e desenvolvida é a liberdade individual, a cooperação de mercado e a estrita limitação do poder público.
Ninguém tem o direito de impor seu modo de vida ou visão de mundo sobre os demais. Uma ordem social pacífica exige respeito à autonomia de cada indivíduo para tomar suas próprias decisões e arcar com a devida responsabilidade pessoal.
O Estado não deve agir como tutor moral nem gestor onipresente das escolhas dos cidadãos, mas sim garantir a igualdade perante a lei, sem privilégios ou distinções de qualquer natureza.
Na economia, a história demonstra que o sistema de preços livres, a garantia irrestrita dos direitos de propriedade privada e as trocas voluntárias constituem a engrenagem insubstituível para superar a pobreza e coordenar a produção.
O combate à miséria não se faz por meio de um Estado empresário ou empregador, mas pela inclusão econômica e pelo financiamento da demanda dos mais vulneráveis, em vez da manutenção da oferta estatal ineficiente.
O avanço econômico exige a redução e a simplificação do cipoal tributário, que hoje asfixia quem produz e pune desproporcionalmente as camadas de menor renda.
Exige também responsabilidade fiscal intransigente, abertura comercial e a remoção de barreiras de entrada e licenças corporativas que sufocam a inovação e o empreendedorismo.
A intervenção estatal, ao tentar substituir o mercado por controles e burocracia, gera distorções, privilégios corporativos e desperdício de recursos.
Defender a liberdade é defender a descentralização, a livre manifestação do pensamento, a segurança jurídica e a submissão dos governos aos limites constitucionais, assegurando que o indivíduo seja soberano em sua vida, dados e trabalho.