Candidato a Deputado Federal Defende Novo Hamburgo e Sua Indústria Calçadista
Fábio Ostermann, candidato a deputado federal no RS defende Novo Hamburgo e sua indústria calçadista. Destaca como a livre iniciativa de imigrantes e empreendedores gerou emprego, renda e IDH alto (0,747) na Capital Nacional do Calçado, como é conhecida a cidade. Critica o PT e o governo Lula por juros elevados e carga tributária que sufocam quem produz. Propõe menos impostos e burocracia.
Candidato a deputado federal Fábio Ostermann fala sobre Novo Hamburgo e a história de sua indústria calçadista
Olá, eu sou Fábio Ostermann. Sou candidato a deputado federal pelo Rio Grande do Sul pelo Partido NOVO e, em Novo Hamburgo, apoio os produtores de calçados. Se eleito, vou lutar por impostos menores, menos burocracia e um ambiente que permita a queda dos juros.
Se tem uma cidade que mostra o valor do trabalho e o poder de não depender do governo, ela se chama Novo Hamburgo, a famosa Capital Nacional do Calçado, título oficializado pela Lei Federal 13.399/2016. A cidade é o centro da inteligência do setor, sede da Abicalçados, da FENAC e de dezenas de entidades e fábricas que ainda respiram couro e sapato.
A história começou com imigrantes alemães que chegaram em 1824 trazendo o *Handwerk* – o conhecimento técnico de ofícios manuais, especialmente o trabalho com couro. Das oficinas artesanais nasceram os curtumes, das selarias as fábricas e, décadas depois, o maior cluster calçadista da América Latina. Tudo sem plano de governo, sem ministério e sem um real de subsídio federal.
Alguns empreendedores calçadistas destacados de Novo Hamburgo
A indústria nasceu do esforço de gente que arriscou e construiu. Entre os pioneiros e os grandes nomes que moldaram a cidade estão:
- Pedro Adams Filho: um dos primeiros a industrializar a produção e a exportar calçados ainda no início do século XX, ajudando a transformar oficinas em fábricas.
- Roberto Argenta (Calçados Beira Rio): filho de agricultores, começou em um galpão de madeira e construiu uma das maiores fabricantes de calçados do mundo, com produção diária de centenas de milhares de pares, presença em mais de 100 países e dezenas de milhares de empregos gerados. A empresa mantém unidades e forte presença em Novo Hamburgo.
- Famílias e empresas como as ligadas à tradição do Vale do Sinos (Strassburger, Killing e tantas outras que nasceram de oficinas e cresceram exportando para o mundo).
Todos tinham a mesma base: vontade de dar certo, capital próprio ou economias e nenhuma ajuda do Estado. Foi assim, com trabalhadores aprendendo numa fábrica e abrindo a própria, que Novo Hamburgo virou a Capital Nacional do Calçado e passou a mandar sapato para o mundo inteiro. Hoje a cidade concentra a inteligência do setor: design, componentes, máquinas, feiras e entidades nacionais.
Os números de Novo Hamburgo comprovam o resultado da livre iniciativa
Segundo o IBGE, Novo Hamburgo tem uma população estimada de cerca de 235 mil habitantes (Censo 2022: 227.646), IDHM de 0,747 (alto) e PIB per capita de R$ 52.434 (2023). O município figura entre os maiores PIBs do Rio Grande do Sul e ainda emprega milhares de pessoas na cadeia coureiro-calçadista (mais de 6 mil trabalhadores só na indústria de calçados em dados recentes).
A cidade sedia a FENAC, a Abicalçados, o IBTeC e dezenas de empresas de componentes e máquinas. Mesmo com a produção física tendo se deslocado parcialmente para outras regiões, Novo Hamburgo continua sendo o cérebro do setor: onde se cria, se inovar e se decide. Isso é resultado direto da livre iniciativa de gerações de empreendedores e trabalhadores, não de planejamento central de Brasília.
A livre iniciativa é alvo constante do PT e da esquerda
O contraste do sucesso de Novo Hamburgo com as políticas de esquerda é claro. No governo Dilma Rousseff, com uma política econômica desastrosa, o Brasil viveu a maior crise econômica de sua história: o PIB caiu 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016. Foram destruídos milhões de empregos. O índice de desemprego chegou perto de 14%.
O atual governo Lula segue a mesma lógica de mais Estado e mais cobrança de impostos. A carga tributária bruta chegou a 32,4% do PIB em 2025, o maior nível da série histórica do Tesouro Nacional. Em 2025 o Brasil registrou número recorde de empresas em recuperação judicial — 2.466 CNPJs, segundo a Serasa Experian.
Um levantamento da EXAME mapeou ao menos 37 atos do governo ou propostas aprovadas pelo Congresso, com endosso da gestão petista, que aumentam a carga tributária para pessoas físicas e jurídicas.
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E quando o governo Lula gasta mais do que consegue sustentar – gastando mal ainda por cima – comprometendo o equilíbrio fiscal, fica mais difícil para o Banco Central baixar os juros.
Enquanto a indústria calçadista de Novo Hamburgo quer crescer e se desenvolver, o governo federal insiste em uma política fiscal que sufoca quem produz.
Essas duas contas (juros e aumento de tributos) encarecem os custos de produção, reduzem a demanda dos consumidores e pressionam as margens de lucro das indústrias, afetando diretamente os produtores de calçados.
Por ser um setor que depende fortemente de capital de giro e financiamento de longo prazo, a taxa de juros elevada gera um efeito cascata em toda a cadeia produtiva.
Para contornar essas dificuldades, muitas vezes o empreendedor se vê obrigado a sacrificar margem de lucro para não repassar todo o custo ao consumidor final e perder vendas. Ou seja, sobra menos (ou nenhum) dinheiro em caixa para inovar ou crescer.
Fora que o sujeito que quer contratar em Novo Hamburgo descobre uma coisa: metade do custo do funcionário não vai pro bolso do funcionário. Vai pro Estado. O dinheiro existe. Ele só não chega em quem trabalha.
Como deputada federal tenho algumas propostas para defender Novo Hamburgo e sua indústria calçadista.
As propostas de Fábio Ostermann para os produtores de calçados de Novo Hamburgo
Se os eleitores de Novo Hamburgo me confiarem seu voto para deputado federal, eu me comprometo a:
- fim dos impostos sobre trabalho para sobra mais dinheiro no bolso dos gaúchos;
- modernizar regras trabalhistas para simplificar a vida de empregados e empregadores;
- lutar pelo aumento do teto do MEI, Simples e o de qualquer outra alíquota tributária e pela correção do teto automaticamente pela inflação.
- substituir a faixa de fronteira pela zona franca da fronteira sul
- apoiar medidas que favoreçam um ambiente em que a livre iniciativa tenha mais espaço e o Estado atrapalhe menos.
Quero que o Brasil aprenda a lição dos produtores de calçados de Novo Hamburgo: menos gente esperando o governo e mais gente com coragem de construir o próprio caminho.
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Perguntas Frequentes (FAQ)
Por que Novo Hamburgo é a Capital Nacional do Calçado?
Porque a cidade concentrou, desde o século XIX, a cadeia completa de produção de calçados a partir do conhecimento de imigrantes alemães e da matéria-prima local. Sedia a FENAC, a Abicalçados e permanece como o centro de inteligência e inovação do setor no Brasil, título oficializado por lei federal.
Quais nomes se destacaram na indústria calçadista de Novo Hamburgo?
Pioneiros como Pedro Adams Filho e grandes grupos como a Calçados Beira Rio (Roberto Argenta), além de dezenas de famílias e empresas que nasceram de oficinas e cresceram exportando para o mundo.
Como o governo do PT atrapalha os empreendedores?
O PT criou uma carga tributária recorde e seu desequilíbrio fiscal provoca a alta dos juros, além da excessiva burocracia. O resultado aparece no número recorde de recuperações judiciais.
O que Fábio Ostermann propõe para a indústria calçadista?
Impostos menores, correção do teto do Simples e MEI pela inflação, modernização das leis trabalhistas e responsabilidade fiscal para permitir a queda dos juros.
Qual o IDH e o PIB per capita de Novo Hamburgo?
IDHM 0,747 (alto). PIB per capita R$ 52.434 (IBGE 2023). Fonte: IBGE Cidades.