A trajetória política de Fabio Ostermann
Seu trabalho em defesa da liberdade
Fábio Ostermann, candidato a deputado federal de direita liberal pelo RS, defende menos Brasília e mais Rio Grande do Sul. Ex-deputado estadual do NOVO (2019-2022), liderou pelo exemplo no combate a privilégios, redução do Estado e educação de qualidade.
A trajetória política de Fabio Ostermann
Sou Fábio Ostermann, candidato a deputado federal pelo Rio Grande do Sul nas eleições de 2026. Defendo menos Brasília e mais Rio Grande do Sul. Sou um liberal de direita que já mostrou, na prática, o que é possível fazer quando se respeita o dinheiro do pagador de impostos e se coloca o povo acima de corporações e privilégios.
Em 2018 fui eleito o primeiro deputado estadual do Partido NOVO na história do Rio Grande do Sul, com 48.897 votos em 427 municípios. Cumpri meu mandato entre 2019 e 2022 com um único compromisso: defender a liberdade e a prosperidade dos gaúchos. Hoje, candidato a deputado federal, levo a mesma missão para Brasília – mas com o foco claro em proteger o Rio Grande do Sul dos desmandos da capital federal.
Minha trajetória não começou na política partidária. Formei-me em Direito na UFRGS, fiz mestrado em Ciências Sociais na PUCRS e estudei liderança na Georgetown University. Em 2013 fundei o Instituto Ordem Livre, ajudei a criar o NOVO no RS e o Movimento Brasil Livre, do qual me desvinculei em 2015.
Ainda em 2015 liderei protestos pelo impeachment de Dilma Rousseff e contra a corrupção petista. Sempre combati o autoritarismo, venha ele da esquerda ou de qualquer outro lado. A liberdade individual, a propriedade e a limitação do poder do Estado sempre foram meu norte. Em 2016 fui candidato a prefeito de Porto Alegre.
Fabio Ostermann eleito Deputado Estadual no RS: combate a privilégios liderando pelo exemplo
Fui eleito deputado estadual no RS pelo NOVO em 2018. Cheguei à Assembleia Legislativa e, antes mesmo da posse, dei o primeiro exemplo concreto do que marcaria meu mandato. Junto com meu colega Giuseppe Riesgo, abrimos mão do auxílio-mudança (mais de R$ 50 mil por deputado). Depois protocolamos a extinção definitiva desse privilégio. A Assembleia aprovou por unanimidade. Economia: R$ 2,7 milhões por legislatura.
Também renunciamos à aposentadoria especial de deputado. Depois de longos debates, esse benefício também foi extinto.
Presidi a Frente Parlamentar de Combate aos Privilégios. Lá combatemos:
- A tentativa de dobrar a cota de gabinete dos deputados (de quase R$ 17 mil para R$ 36 mil mensais).
- A pensão vitalícia de ex-governadores e viúvas (mais de R$ 30 mil por mês).
- O auxílio-saúde para membros do Tribunal de Justiça, Ministério Público e Defensoria, que poderia custar mais de R$ 500 milhões por ano.
- Licenças-prêmio irregulares de conselheiros do Tribunal de Contas (mais de R$ 1 milhão devolvidos por ordem judicial).
- Honorários de sucumbência pagos ilegalmente a procuradores do Estado (só em maio de 2021 foram R$ 3,3 milhões).
Fui um dos únicos deputados a não usar nenhuma diária parlamentar. Reduzi minha equipe à metade (dos 17 assessores possíveis, nomeei menos da metade). Usei apenas 11% da cota parlamentar. Resultado final: R$ 3.253.395,68 economizados – o deputado mais econômico da história da Assembleia Legislativa do RS.
Esses valores puderam ser investidos em saúde, segurança e educação, em vez de engordar contracheques de políticos e da elite do funcionalismo.
Redução do tamanho do Estado e recuperação fiscal
O Rio Grande do Sul estava quebrado em 2019: déficit crônico, salários atrasados e quase nenhum investimento. Nossa bancada independente (só dois deputados do NOVO) não fez parte da base do governo nem da oposição de esquerda. Votamos por princípios.
Priorizamos reformas estruturais necessárias:
- A PEC 285/2019, que modernizou a previdência dos servidores e extinguiu vantagens temporais (triênios, quinquênios) e incorporações de funções gratificadas.
- A retirada do plebiscito para privatização de estatais. Resultado: CEEE vendida por R$ 3,7 bilhões, Corsan por R$ 4 bilhões, Sulgás por R$ 928 milhões.
- Protocolamos o teto de gastos estadual, que foi incorporado ao Regime de Recuperação Fiscal. O Estado voltou a ter superávit, pagar servidores em dia e investir.
Também combatemos o pacote de aumento de impostos de cerca de R$ 3 bilhões por ano. Em várias votações importantes, os dois nomes do NOVO apareceram sozinhos em vermelho no painel – votando NÃO quando a maioria preferia o caminho fácil, arracando mais impostos dos gaúchos.
Educação com foco em qualidade
Apresentei o projeto do ICMS Educação. Ele inclui o desempenho escolar dos alunos como critério para a distribuição do imposto aos municípios. O governo incorporou o texto e a Assembleia aprovou. A ideia é muito simples e eficaz: premiar prefeitos que priorizam qualidade de ensino, como já aconteceu com sucesso no Ceará (média do Ideb subiu quase 50% desde 2009).
Defendi também a educação domiciliar (homeschooling). Apresentei projeto que criava regras claras e avaliações periódicas para garantir o aprendizado das crianças. A Assembleia aprovou por 28 a 21 – a primeira casa estadual do Brasil a fazer isso. O governador vetou. Mesmo assim, o debate avançou e milhares de famílias gaúchas ganharam visibilidade.
Defesa de princípios e liberdade econômica
Fui coerente do começo ao fim do meu mandato:
- Protocolamos projeto para retomar a venda responsável de bebidas nos estádios (a proibição desde 2008 não havia reduzido violência).
- Projetamos a flexibilização do transporte intermunicipal para permitir o “Uber dos ônibus” (Buser e similares), reduzindo preços e aumentando oferta.
- Denunciamos taxas abusivas do Detran (superávit de R$ 840 milhões com preços até 150% acima do custo). Conseguimos redução de taxas.
- Lutamos contra a CNH mais cara do Brasil (até R$ 2,7 mil). Acompanhei o processo no TRF4 e celebramos o fim da obrigatoriedade do simulador em 2022.
Sempre votei contra aumentos de impostos e a favor de mais liberdade econômica. Nunca troquei voto por cargo ou favor. Essa independência é o que o Rio Grande do Sul precisa em Brasília.
Menos Brasília, mais Rio Grande do Sul – e a correção do teto do Simples Nacional
Como candidato a deputado federal, minha prioridade é proteger o RS das decisões tomadas a milhares de quilômetros daqui. Uma dessas bandeiras é a correção do teto do Simples Nacional.
O teto não é atualizado adequadamente há anos. Enquanto a inflação corrói as receitas dos pequenos empresários, o PT e a esquerda inventam desculpas burocráticas e ideológicas para não corrigir o teto.
O resultado é simples: milhares de micro e pequenas empresas gaúchas são empurradas para fora do regime simplificado, pagam mais imposto e perdem competitividade. Isso mata empregos e a formalização da economia.
Defendo a correção imediata e automática do teto pela inflação. É o mínimo de respeito ao empreendedor que gera riqueza no Rio Grande do Sul. Menos burocracia federal, mais autonomia para quem produz aqui.
Por que votar em mim em 2026?
Sou o político que já mostrou resultados concretos:
- Economizei mais de R$ 3,25 milhões só no meu gabinete.
- Extingui privilégios que há anos oneraram o bolso dos gaúchos.
- Ajudei a colocar o RS no caminho do superávit.
- Aprovei projetos que mudam incentivos na educação para aumentar sua qualidade.
- Nunca me alinhei a governos ou à oposição de esquerda por conveniência.
Sou contra o projeto do PT de mais Estado, mais imposto e menos liberdade. Sou a favor de um Rio Grande do Sul mais livre, mais próspero e menos dependente de Brasília.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Quem é Fábio Ostermann?
Sou liberal de direita, fundador de movimentos pela liberdade, ex-deputado estadual pelo NOVO (2019-2022) e candidato a deputado federal pelo RS em 2026.
Qual foi a maior realização do seu mandato estadual?
Ter sido o deputado mais econômico da história da Assembleia, economizando R$ 3,25 milhões, e ter liderado a extinção de privilégios como auxílio-mudança e aposentadoria especial.
Você é a favor de privatizações?
Sim. Apoiamos a retirada do plebiscito e a privatização da CEEE, Corsan e Sulgás. Livre o RS de empresas deficitárias não devem ser sustentadas pelo pagador de impostos.
O que você pensa sobre o PT?
O PT adiou a correção do teto do Simples Nacional e inventa desculpas que não se sustentam.
Sua visão de Estado grande e intervencionista atrasa o Brasil e o Rio Grande do Sul. O PT só contribui para afundar a economia do país e tem sido o protagonista nos maiores escândalos de corrupção da história do Brasil.
Você vai defender o Rio Grande do Sul em Brasília?
Sim. Menos Brasília, mais Rio Grande do Sul. Vou fiscalizar cada real, combater privilégios federais e defender a autonomia do nosso Estado.
Links de interesse
- Linha do tempo do meu mandato
- Realizações no combate a privilégios
- Projeto ICMS Educação
- Correção do teto do Simples Nacional
Vote Fabio Ostermann 3003 Deputado Federal
Se você está cansado de políticos que prometem e não cumprem, de mais impostos e de Brasília ditando as regras para o Rio Grande do Sul, vote em quem já mostrou resultados. Eu sou Fábio Ostermann, candidato a deputado federal de direita liberal pelo RS. Defendo menos Brasília e mais Rio Grande do Sul.
Defendo a correção do teto do Simples Nacional e o corte de privilégios. Eu me compromete a votar contra qualquer aumento de imposto. Estamos fartos de ser saqueados pelo Estado!
Em 2026, vote Fabio Osterman 3003. Vamos juntos colocar o Rio Grande do Sul em primeiro lugar!