Candidato a Deputado Federal Defende Cachoeira do Sul e Seus Agricultores
Fabio Ostermann, candidato a deputado federal pelo RS em 2026, apoia o agronegócio em Cachoeira do Sul e explica como o governo do PT produziu uma crise sem precedentes para o campo, com juros altos, carga tributária pesada e crédito restrito. Se eleito, Fabio quer representar os interesses do agro de Cachoeira do Sul na Câmara dos Deputados, propondo zerar os impostos sobre o trabalho, modernizar regras trabalhistas, e apoiar medidas para impor limites à gastança desenfreada do governo federal para abrir caminho para a queda dos juros.
Cachoeira do Sul é conhecida com a Capital Nacional do Arroz. Foto: Robispierre Giuliani.
Meu nome é Fábio Ostermann, sou candidato a deputado federal e defendo Cachoeira do Sul e seus interesses. Quero falar sobre como Cachoeira do Sul mostra, na prática, o poder da livre iniciativa e porque ela ostenta o título de Capital Nacional do Arroz.
Não foi o planejamento central do governo que transformou o município em referência nacional do arroz. Foram empreendedores, produtores e famílias que arriscaram, inovaram e trabalharam duro às margens do Rio Jacuí.
Como a livre iniciativa construiu a Capital Nacional do Arroz
Safra de arroz 2025/2026 em Cachoeira do Sul Foto: Milos Silveira/OC.
A história do arroz irrigado no Rio Grande do Sul tem raízes profundas em Cachoeira do Sul. Ainda no século XIX, imigrantes e produtores locais começaram a cultivar o grão nas várzeas.
No início do século XX, a cidade se consolidou como um dos principais polos de produção e beneficiamento. Em 1920 já era chamada de Capital Nacional do Arroz.
Em 1941 nasceu a primeira Festa do Arroz, que depois se tornou a FENARROZ – um dos maiores eventos orizícolas do mundo.
Nada disso veio de decretos do governo. Vieram de produtores que investiram no campo. A livre iniciativa criou emprego, renda e qualidade de vida. Isso se reflete no índice de longevidade de 0,854, considerado excelente e que fica acima tanto da média estadual quanto nacional.
Essa trajetória gerou uma cadeia completa: lavouras, engenhos de beneficiamento, revendas de máquinas, comércio e serviços. Empresas como a Treichel (em atividade desde 1864), cooperativas e indústrias locais beneficiam toneladas de arroz por ano e geram empregos diretos e indiretos.
O agronegócio puxou a pecuária, a soja e o comércio. A cidade virou polo regional de saúde e serviços. Em 2014 chegou o campus da UFSM, com cursos de engenharia e tecnologia, fortalecendo ainda mais o capital humano.
A crise que o governo do PT e Lula impõem ao agro
Enquanto Cachoeira do Sul mostra o que a liberdade econômica pode fazer, o governo federal sufoca quem produz. O agronegócio brasileiro enfrenta a pior crise financeira de sua história recente, mesmo com safras robustas.
Dados oficiais da Serasa Experian mostram que os pedidos de recuperação judicial no agro chegaram a 1.990 em 2025 – alta de 56,4% e o maior volume da série histórica.
No primeiro trimestre de 2026, o volume já era 21,9% maior que no mesmo período do ano anterior. A inadimplência rural atingiu 8,8% no primeiro trimestre de 2026. Levantamentos do BTG Pactual, com dados do Banco Central, apontam que R$ 207,4 bilhões da carteira de crédito rural estavam em situação problemática em julho de 2026 (23,5% do total).
A taxa Selic, que ficou em patamares elevados por longo período (chegou a 15% e só recentemente caiu para 13,75% ao ano), torna o crédito caro e inviabiliza investimentos em máquinas, insumos e expansão.
Secretários de Agricultura e analistas do setor apontam claramente: o juro alto é o preço de um país que gasta mais do que arrecada.
Governo Lula e sua política econômica que sufoca os produtores rurais do RS e do Brasil. Foto: Ricardo Stuckert / SECOM.
O governo Lula, assim como o de Dilma (que provocou a maior crise econômica da história recente do Brasil), privilegia o gasto público descontrolado em detrimento de quem gera emprego e comida na mesa dos brasileiros.
O resultado é visível: produtores endividados, menos investimento, risco de redução de área plantada e pressão sobre a inflação dos alimentos. Quem mais sofre são os pequenos e médios agricultores de cidades como Cachoeira do Sul. A esquerda prefere controlar a vida das pessoas e tomar decisões econômicas que prejudicam o país. O livre mercado, ao contrário, premia o esforço e a eficiência.
Meu compromisso com Cachoeira do Sul se eleito deputado federal
Se eleito, serei a voz dos agricultores e empreendedores de Cachoeira do Sul em Brasília. Minha linha é clara:
- Zerar impostos sobre o trabalho
- Modernizar regras trabalhistas
- Votar medidas que limitem a gastança federal e abram caminho para juros mais baixos.
- Defender a livre iniciativa contra o planejamento central que a esquerda insiste em impor.
Cachoeira do Sul já tem os trunfos: liderança no arroz, campus da UFSM, posição logística na BR-153 e hidrovia do Jacuí, e um povo trabalhador. O que falta é um ambiente federal que não atrapalhe. Menos Brasília controlando, mais liberdade para o Rio Grande do Sul produzir.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Por que Cachoeira do Sul é chamada de Capital Nacional do Arroz?
Porque a cidade foi pioneira no cultivo irrigado e no beneficiamento do grão desde o início do século XX. Sedia a FENARROZ e consolidou uma cadeia produtiva completa de lavouras, engenhos e serviços.
Como a livre iniciativa ajudou no desenvolvimento da cidade?
Produtores e empresários investiram em tecnologia, irrigação e mercado sem depender de planejamento central. Isso gerou emprego, renda, indústrias de beneficiamento e o IDHM de 0,742 (alto).
Qual é a situação atual do agro sob o governo Lula?
Segundo a Serasa Experian, 1.990 pedidos de recuperação judicial em 2025 (recorde, +56,4%). Juros elevados e gasto público excessivo sufocam o crédito e a rentabilidade, mesmo com produção forte
O que Fábio Ostermann propõe para os agricultores de Cachoeira do Sul?
Impostos menores, menos burocracia, maior segurança jurídica e freio na gastança federal para permitir juros mais baixos e ambiente favorável para o agronegócio.